← Todos os destinos
MDZ

Mendoza

Argentina · 4 a 5 dias

A capital do Malbec: uma cidade arborizada no pé dos Andes, com canais de irrigação correndo pelas calçadas, praças enormes e mais de mil vinícolas em volta. Em Mendoza você almoça numa bodega com menu degustação e vista para a cordilheira nevada, e na mesma viagem chega perto do Aconcágua, a montanha mais alta das Américas.

Porque é o grande destino de vinho da América do Sul, e o brasileiro é muito bem recebido. Em poucos dias dá para pedalar entre vinícolas em Maipú, almoçar em restaurantes estrelados pelo Guia Michelin dentro dos vinhedos de Luján de Cuyo, provar Malbec de altitude no Valle de Uco e subir a estrada que leva ao Aconcágua. Tudo com sol quase garantido o ano inteiro e uma cidade tranquila, de ritmo de interior, para voltar à noite.

GastronomiaNaturezaRomânticoAventuraCulturacasaisamantes de vinho e gastronomiagrupos de amigosquem gosta de montanha e estrada cênicalua de mel
Guia completo de Mendoza
R$ 29,90pagamento único · 60 dias de acesso · menos de R$ 0,50 por dia
  • 9 atrações com a história e o que reparar
  • 19 restaurantes, bares e cafés conferidos, com o prato certo
  • 6 segredos de quem mora lá
  • Roteiro dia a dia montado para você
  • 100 perguntas ao Modo Guia durante a viagem
Liberar Mendoza por R$ 29,90Testar grátis antes

Pix libera na hora · 7 dias de garantia

O essencial

Documentos para brasileiros

Brasileiros entram só com RG em bom estado (as companhias recomendam emissão com menos de 10 anos) ou passaporte válido; não precisa de visto. A CNH não vale como documento de viagem, mas é aceita para alugar carro. Para cruzar para o Chile pelo Paso Cristo Redentor, o RG também serve. Menores precisam de autorização conforme as regras brasileiras quando viajam sem os pais.

Melhor época

Março e abril são os meses mais especiais: é a época da colheita, com a Festa da Vendimia no começo de março e os vinhedos dourados no outono. A primavera (outubro e novembro) tem clima ameno e as parreiras brotando. O inverno (junho a agosto) é seco e frio, com neve na cordilheira e no Penitentes; o verão (dezembro a fevereiro) é quente, passa dos 30 °C.

Clima

Semiárido e ensolarado, com mais de 300 dias de sol por ano e pouca chuva. Verão quente e seco, inverno frio com geadas e mínimas perto de 0 °C, mas dias de céu azul. A amplitude térmica é grande: leve casaco mesmo no verão para a noite e para a montanha. Às vezes sopra o Zonda, um vento quente e seco que vem dos Andes.

Moeda e pagamento

Peso argentino (ARS). O mais vantajoso costuma ser pagar com cartão de crédito internacional ou contas globais (Wise, Nomad, C6 Global etc.), que usam cotação próxima do dólar MEP. As vinícolas quase sempre cobram degustação em dólar ou em pesos com cartão. Leve alguns dólares ou reais para casas de câmbio oficiais do centro; muitos lugares aceitam Pix via QR para brasileiros.

Idioma

Espanhol, com o sotaque cuyano, mais cantado e com o 'r' arrastado; usam 'vos' como no resto da Argentina.

Fuso horário

Mesmo horário de Brasília

Tomada

220 V. Tomadas tipo I (três pinos chatos inclinados) e às vezes tipo C; leve adaptador universal.

Gorjeta

Em restaurantes, o costume é cerca de 10% em dinheiro, pois em geral não vem na conta. Algumas casas cobram 'cubierto' (serviço de mesa), que não é gorjeta. Para motoristas e guias de vinícolas, uma gorjeta ao fim do dia é bem-vinda.

Tempo ideal

4 a 5 dias

SegurançaMendoza é uma das cidades mais tranquilas da Argentina para o turista. O centro, a Arístides Villanueva e Chacras de Coria são calmos, mas furtos de celular e bolsa acontecem em áreas movimentadas e no terminal de ônibus, então fique atento. O maior risco é outro: beber nas degustações e dirigir. Contrate motorista ou excursão para os dias de vinícola.

Custo por pessoa por dia, sem passagem aérea
R$ 400econômicoR$ 1.100confortoR$ 3.200luxo

Chegando lá

Aeroporto Internacional Governador Francisco Gabrielli, o El Plumerillo (MDZ), a cerca de 10 km do centro

Aplicativo (Uber, Cabify, DiDi)20 a 25 min até o centro · em geral o equivalente a US$ 8-15

Funciona bem; tenha internet (chip ou eSIM) ao pousar. O ponto de encontro fica no estacionamento.

Táxi ou remis20 a 25 min · em geral o equivalente a US$ 12-20 até o centro

Pegue no ponto oficial do saguão e confirme o valor antes; para Chacras de Coria e Luján o preço sobe.

Ônibus urbanocerca de 40 min · tarifa urbana baixa, paga com cartão SUBE

Os ônibus passam na avenida em frente ao aeroporto; só vale para quem tem pouca bagagem e já tem o cartão SUBE.

Transfer do hotel ou da agência20 a 40 min · varia; muitas pousadas de vinícola oferecem

Para hotéis no Valle de Uco (1h30 de estrada), é a opção mais prática.

Para circularO centro é plano e fácil de percorrer a pé, com ruas arborizadas e canais de irrigação (acequias) nas calçadas. Os ônibus e o Metrotranvía (bonde que liga o centro a Godoy Cruz, Maipú e Las Heras) usam o cartão SUBE. Para as vinícolas, as opções são excursão em grupo, o Bus Vitivinícola (ônibus turístico com roteiros pelas bodegas), motorista particular (remis por dia) ou aplicativo com tarifa fechada por horas. Em Maipú, dá para alugar bicicleta e pedalar entre bodegas. Carro alugado é ótimo para a montanha e o Valle de Uco, mas lembre: dirigir depois de degustar é proibido e perigoso.

Onde ficar

primeira vez e quem não vai alugar carro

Centro (perto da Plaza Independencia e da Arístides Villanueva)

Você anda a pé até praças, restaurantes e bares, e as excursões buscam no hotel.

casais e quem quer clima de vila

Chacras de Coria (Luján de Cuyo)

Bairro residencial arborizado, com casarões, restaurantes charmosos e vinícolas a poucos minutos; a 20 min do centro.

lua de mel e experiência de vinho

Luján de Cuyo (hotéis dentro de vinícolas)

Acordar no meio dos vinhedos, com a cordilheira ao fundo e restaurantes estrelados por perto.

luxo e quem já conhece Mendoza

Valle de Uco

A cerca de 1h30 da cidade, com lodges de alto padrão e as paisagens mais dramáticas de vinhedo com montanha.

O que ver, com a história contada

01

Vinícolas de Luján de Cuyoexperiência

Luján de Cuyo (Perdriel, Agrelo, Vistalba, Las Compuertas) · leva dia inteiro · em geral visitas de segunda a sábado, das 9h às 17h; algumas abrem aos domingos · degustações a partir de cerca de US$ 10 em bodegas simples; cerca de US$ 50-100 nas mais prestigiadas; almoços harmonizados a partir de cerca de US$ 100

Luján de Cuyo é chamada de 'primeira zona' do vinho argentino e foi a primeira denominação de origem do país. É aqui que o Malbec, uma uva francesa que quase desapareceu em Bordeaux, encontrou o lugar ideal: altitude entre 900 e 1.100 metros, sol intenso, noites frias e água de degelo dos Andes. Algumas bodegas mais famosas do país estão na região, como Catena Zapata, com sua pirâmide inspirada nos maias, Norton, Alta Vista, Lagarde, Renacer e Susana Balbo. Muitas combinam visita, degustação e almoço de várias etapas, e várias têm restaurantes reconhecidos pelo Guia Michelin. A regra de ouro é marcar no máximo duas ou três bodegas por dia, com um almoço longo no meio.

Repare
  • a pirâmide da Catena Zapata, com a cordilheira ao fundo
  • o sistema de irrigação por canais entre as fileiras de parreira, herança dos povos huarpes
  • a diferença entre um Malbec de Luján e um do Valle de Uco na mesma degustação

DicaPraticamente todas as bodegas exigem reserva. Contrate motorista ou excursão e combine degustação de manhã e almoço-degustação à tarde.

SegredoNas bodegas familiares menores você muitas vezes é recebido pelo próprio enólogo, e a degustação sai mais barata e mais pessoal que nas grandes.

Ver no mapa

02

Valle de Ucoexperiência

Tupungato, Tunuyán e San Carlos (cerca de 1h30 ao sul) · leva dia inteiro · em geral 10h-17h, com reserva · degustações e almoços costumam ser os mais caros de Mendoza

O Valle de Uco é a região de vinhedos em maior altitude de Mendoza, entre cerca de 900 e 1.600 metros, colado à cordilheira. Nos anos 1990 ainda era quase só terra de pasto e frutas; foi a aposta de enólogos em vinhos de altitude que transformou o vale no endereço mais cobiçado do vinho argentino. As bodegas ali são verdadeiras obras de arquitetura, como a Zuccardi Valle de Uco, construída com pedras do próprio terreno, e a Salentein, com uma sala de barricas circular. O frio da noite dá aos vinhos mais acidez e frescor. A paisagem, com vinhedos em primeiro plano e picos nevados logo atrás, é a imagem que todo mundo associa a Mendoza.

Repare
  • os picos nevados do Cordón del Plata e do Tupungato acima dos vinhedos
  • a arquitetura de pedra da Zuccardi, que parece brotar do chão
  • a sala de barricas em forma de círculo da Salentein

DicaÉ longe para ir e voltar no mesmo dia com calma: saia cedo, marque uma degustação e um almoço, ou durma uma noite no vale.

Ver no mapa

Onde comer

Amostra grátis: 1 de 12 lugares conferidos.

Azafrán

$$$$

contemporâneo · Centro (Sarmiento 765)

Uma estrela Michelin no centro da cidade: o chef Sebastián Weigandt trabalha com produtores locais e dá destaque ao cabrito, ingrediente típico de Mendoza. A adega é uma das mais interessantes da cidade.

Peçamenu degustação com cabrito e vegetais da região

Só jantar, de segunda a sábado; reserve com antecedência.

Segredos de local

Amostra grátis: 1 de 6 segredos.

Pôr do sol no Cerro de la Gloria

Parque General San Martín · fim da tarde, o ano todo

O mirante do monumento ao Exército dos Andes mostra a cidade toda e a cordilheira ficando rosada no fim do dia. Os locais sobem de bicicleta ou correndo.

O guia completo de Mendoza

9atrações com história12restaurantes verificados7bares e cafés6segredos de local5roteiros por perfil4bate-voltas

Mais bairros, comidas típicas, compras, calendário, frases úteis e dicas de ouro. E o Modo Guia para perguntar tudo durante a viagem.

R$ 29,90 uma vez, sem assinatura · Pix libera na hora · 7 dias de garantia

Prefere testar antes? Monte seu roteiro de Mendoza grátis

Reserve com parceiros

Links de parceiros: se você reservar por eles, o Cicerone pode receber comissão, sem custo extra para você.

Guia completo de MendozaR$ 29,90 · pagamento único
Liberar