Duomo de Milão e terraçosigreja
A catedral foi iniciada em 1386 pelo senhor da cidade, Gian Galeazzo Visconti, e levou quase seis séculos para ser concluída: a fachada só ficou pronta por ordem de Napoleão, que foi coroado rei da Itália ali em 1805, e os últimos detalhes são do século 20. Até hoje, 'lungo come la fabbrica del Duomo' (demorado como a obra do Duomo) é expressão milanesa para algo que nunca acaba. É toda de mármore rosado de Candoglia, trazido pelos canais até o centro; os barcos da obra tinham a marca AUF, ad usum fabricae, e não pagavam imposto. São cerca de 3.400 estátuas e 135 pináculos. No mais alto, a 108 metros, a Madonnina dourada é o símbolo da cidade; por uma regra informal, nenhum prédio devia superá-la, e quando os arranha-céus vieram, colocaram réplicas dela no topo.
- A estátua de São Bartolomeu esfolado, carregando a própria pele como um manto, de Marco d'Agrate, perto do transepto direito.
- No teto, acima do altar, uma luz vermelha marca onde se guarda o que a tradição diz ser um cravo da cruz de Cristo, descido uma vez por ano.
- No piso, perto da entrada, a linha de latão do relógio de sol de 1786: ao meio-dia solar, um raio de luz cai sobre ela.
- Nos terraços, entre as gárgulas e estátuas, procure figuras modernas, como um boxeador e uma raquete de tênis, incluídas em restaurações do século 20.
DicaCompre online o ingresso com terraços: a subida pode ser por escada ou elevador. Chegue na abertura; fila de segurança e roupas adequadas (ombros e joelhos cobertos). No domingo às 11h há missa com coro.