Palácio Gyeongbokgungmonumento
Construído em 1395 pelo rei Taejo, fundador da dinastia Joseon, é o maior e mais importante dos cinco palácios reais de Seul; o nome significa algo como 'palácio abençoado pelo céu'. Foi incendiado durante a invasão japonesa de 1592 e ficou em ruínas por quase três séculos, até ser reconstruído em 1867 pelo regente Heungseon Daewongun com mais de 300 edifícios. No período colonial japonês (1910-1945), grande parte foi demolida e o prédio do Governo-Geral japonês foi erguido bem na frente do salão do trono, para esconder o símbolo do poder coreano; esse prédio só foi derrubado em 1995. Desde os anos 1990, uma restauração lenta e meticulosa devolve os pavilhões ao lugar original. Foi aqui também que, em 1895, a rainha Myeongseong foi assassinada por agentes japoneses, episódio que marcou o fim da independência coreana.
- O Geunjeongjeon, salão do trono: no pátio de pedra, as fileiras de marcos indicam onde cada grau de oficial devia ficar de pé durante as cerimônias.
- O pavilhão Gyeonghoeru, apoiado em 48 pilares sobre um lago artificial, onde o rei oferecia banquetes a diplomatas estrangeiros.
- As estátuas de haechi (criaturas míticas com chifre) e os pequenos bichos de cerâmica nos cantos dos telhados, que protegeriam o palácio contra o fogo e maus espíritos.
- O Museu Nacional do Folclore, dentro do terreno, e o pequeno pagode de Hyangwonjeong, na ponte sobre o lago dos fundos.
DicaChegue às 10h para ver a cerimônia de troca da guarda no portão Gwanghwamun (em geral às 10h e 14h, exceto terças). Quem visita vestido de hanbok entra de graça; há lojas de aluguel na estação Gyeongbokgung.
SegredoNas noites de primavera e outono o palácio abre em horário noturno com iluminação especial; os ingressos esgotam rápido no site oficial e, às vezes, há cota para estrangeiros.